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Quais são as alternativas para combater o greening?

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Pomar livre do Greening

Uma das doenças mais temidas pelos citricultores, o greening coleciona prejuízos em todo o mundo. Comprometendo a produtividade dos pomares, essa doença se alastra em uma velocidade de contaminação impressionante, o que torna o problema ainda pior.

Considerada uma doença sem cura, o que resta aos citricultores são ferramentas de manejo do problema. Mas você sabe quais são elas? Neste post, separamos 7 alternativas para evitar e combater o greening no seu pomar. Confira!

Quais são as alternativas para combater o greening?

1) Plantar mudas sadias e de qualidade

Na hora de realizar o plantio de novas mudas, é preciso um trabalho cuidadoso e preventivo. Uma das medidas para evitar a contaminação do greening é procurar sempre a aquisição de mudas certificadas — certificação essa que é determinada por lei. 

Além disso, na hora de comprar, verifique as pernadas; o ideal é que elas já estejam formadas considerando que, dessa maneira, se reduz o período de exposição da planta ao psilídeo. Essa é, inclusive, uma medida fortemente indicada para evitar qualquer doença da citricultura. Por isso, dê a devida atenção às mudas!

2) Inspecionar o pomar

Quando o plantio já tiver sido realizado, uma ferramenta muito eficiente — e muito utilizada! — de manejo do greening é a inspeção. Devendo ser iniciadas a partir do 2º ano do pomar,  recomendam-se 6 inspeções em cada uma das plantas cítricas do pomar, no mínimo. A melhor época para isso são os meses entre fevereiro e agosto, que é quando os sintomas da doença se apresentam de maneira mais fácil de ser identificada.

É preciso, ainda, que a inspeção seja atenta e feita por pessoas bem treinadas para a função. Em pomares jovens, a inspeção pode ser feita por duas pessoas e, no caso dos pomares mais adultos, por quatro, distribuindo-as por partes da planta.

3) Acelerar o crescimento e a produtividade

Considerando que a brotação é o período do pomar mais propenso ao ataque de psilídeos,  acelerar o crescimento e a produtividade das plantas é uma boa estratégia para driblar esse problema. 

Plantar mudas já com formação ou adensar o plantio são algumas das ferramentas adotadas. 

Assim, a planta ficará menos tempo suscetível a uma possível contaminação.

4) Cuidar das faixas de borda

Considerando que a maior concentração de psilídeos e plantas infectadas encontra-se nas bordas dos pomares, redobrar os cuidados nessas regiões costuma ser bastante eficaz. Assim, plantar de maneira mais densa nesses pontos pode ser uma solução, além de também facilitar a frequência das pulverizações. 

Cuidar com atenção dessa faixa de plantas também é uma medida de precaução; isso porque se a contaminação for identificada a tempo, evita-se que a doença se propague pomar adentro. Outra dica importante é sempre replantar quando houver eliminação de alguma planta doente, pois dessa forma se garante sempre uma faixa de borda densa. 

O ideal é aplicar essas medidas em trechos de 100 a 200 metros da divisa da propriedade.

5) Controlar o vetor

O controle do vetor transmissor do greening normalmente é feito de maneira química. Com o auxílio de inseticidas, é possível garantir um melhor controle sobre o psilídeo. No caso de mudas, recomenda-se o uso de inseticidas sistêmicos em uma aplicação de 1 a 5 dias antes que elas saiam do viveiro. 

Já no caso do pomar jovem, entre 0 e 3 anos, período mais crítico para a contaminação, o inseticida utilizado pode ser sistêmico ou de contato. No primeiro caso, recomenda de 3 a 4 aplicações via drench ou tronco durante o período de emissão de fluxos vegetativos, o que acontece por volta da primavera, e início e final do verão. Já no caso de inseticidas de contato, pulverizações foliares com intervalos de 7 a 14 dias durante o ano são indicadas.

Quando o pomar tem mais de 3 anos, são indicadas pulverizações de contato. Aplicando por pulverização foliar, com intervalos de 14 a 28 dias durante todo o ano, o controle do psilídeo costuma ser eficaz.

Além do controle químico, há também o controle biológico, sendo comum no manejo do greening a soltura de vespas do tipo T. radiata.

6) Preencher o relatório GEDAVE

A Gestão de Defesa Animal e Vegetal (GEDAVE), proposta pela Coordenadoria de Defesa Agropecuária, conta com uma série de relatórios que devem ser preenchidos periodicamente por produtores da agricultura e agropecuária. 

Um deles, especificamente, relaciona-se ao greening. A Coordenadoria libera periodicamente o acesso ao Sistema de Gestão de Defesa Animal e Vegetal, no qual o citricultor deve informar os resultados de, ao menos, uma inspeção obrigatória a cada trimestre desde o último relatório preenchido. As informações que devem ser fornecidas são relacionadas ao número de plantas que apresentaram sintomas e foram retiradas do pomar.

7) Usar fertilizantes como aliados

Com o avanço da ciência e da tecnologia, fertilizantes agora são uma possibilidade de ferramenta no manejo do greening. A inovação está no mercado de fertilizantes foliares com tecnologia especialmente desenvolvida para atuar no cerne do problema quando o assunto é o greening: os vasos do floema! Além disso, por serem aplicados direto na folha, apresentam bastante eficiência já que dessa maneira a fórmula percorre o caminho mais curto até chegar onde precisa!

Agora que você já conhece as alternativas no combate ao greening e sabe que os fertilizantes podem ser uma boa opção, que tal tirar todas as suas dúvidas sobre a diferença entre fertilizantes e agrotóxicos?

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